A INVESTIDURA, UMA QUESTÃO DE

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A INVESTIDURA, UMA QUESTÃO DE

A investidura (vestitura) é o acto pelo qual se dá posse a uma pessoa alguma coisa -bens, direitos, poderes, irs-. Em a vamos que significa, no justo romano, a transferência de uma domínio, o beneficiário é revestido de ela (vestitus). Esta percepção leva na Idade Média caracteres particulares: através do s.

I-se a usou pra indicar o feito que deu posse ao titular do benefício, o feudo, o patrimônio inerente à função exercida. O autor desse feito, mas, conservava o teu correto de posse, recebendo o beneficiário de um justo de uso. Simbolizava o ato de um gesto ou de um equipamento: ou o proprietário estendeu teu cetro, um cetro, uma luva ao investido conservándolo depois; ou, desse modo, lhe dava um ramo, um torrão de terra ou um estandarte.

Brevemente, por outro lado, a entrega do bem foi considerada como a compensação de um serviço que o beneficiário da investidura devia prestar ao autor dela. O regime feudal relacionou ambos com ritos que tinham origens e significados diferentes: a homenagem e o juramento de fidelidade que joga o vassalo ao seu senhor, e a posse do feudo que ele realizava em benefício daquele (v.

1. A Igreja e as investiduras. A Igreja não escapou ao sistema. Os soberanos e os grandes protagonistas que haviam dotado pras organizações eclesiásticas reservaram a tua proteção (tuitio). A Igreja, disse-se com causa, está “em poder dos leigos”.

As consequências não são obrigatoriamente desastrosas para a existência religiosa: o 2. A reforma da Igreja. À primeira vista encontrei que a reforma da Igreja deveria ser uma depuração do clero. Não obstante, haviam lançado medicamentos mais radicais.

A minoria de idade do jovem Henrique IV, que permitiu à Igreja romana, sacudir a guarda imperial. Entretanto, no Concílio romano, que teve território de 22 a 28 fev. 3. Aplicação: Em vários reinos nada mudou pela prática.

O decreto sobre a investidura laica não foi anunciado nem ao menos na Inglaterra, nem pela península Ibérica e todo o cuidado do papado se polarizou na reforma moral do clero. De forma totalmente desigual discurrían as coisas do Império. Gregório VII estava disposto a cuidar com consideração a Henrique IV, entretanto não podia aceitar que o imperador houver a vontade da Igreja, como se esta escola religiosa dependesse do Estado. O confronto conheceu peripécias tão surpreendentes, como a penitência de Henrique IV, em Janeiro, e com a fuga do Papa ao S da Itália. Os candidatos não podiam ceder nada de tuas idéias e de suas pretensões sobre as investiduras.

Os imperiais, justificados por todo um exército de polemistas, tentaram escravizar a Igreja. Os pontificales, expondo as teses da teocracia, a coloca acima da nação humana. Mas existia o crítico inconveniente de não localizar nenhuma solução pra um problema que comprometia interesses interessantes: o poder dos príncipes, e a independência do ministério espiritual.

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  • D) Uma entidade federativa e outra
  • dois A religião
  • Polícia Bancária e Industrial

4. Em procura de uma solução. É indispensável entrar a um tratado. Desde 1086, o bispo de Ferrara, Guido, tinha distinguido 2 aspectos em atividade do bispo: a transmissão do Espírito Santo pelos sacramentos e a administração dos bens temporais que representava cerca de deveres em relação ao poder civil.

Urbano II (v.) propôs a suposição da dispensa; desde que o titular da Sé romana era o legislador da Igreja, podia dispensar de algumas disposições. Mas esse Papa que, distante de procurar essa idéia, fez ter de no Concílio de Clermont (1095), que estava proibido aos eclesiásticos prestar o juramento feudal e rejeitou uma solução proposta pelo bispo Yvo de Chartres.

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