Agora O Leitor Sim Que Manda

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Agora O Leitor Sim Que Manda

E, diante de tantos estímulos, a atenção ainda mais dispersa. A audiência tem o poder, literalmente, na sua mão de escolher como o dado e os meios de intercomunicação tratam de responder em um ambiente que muda de modo frenética. A cimeira da Global Editors Network (GEN), praticada em Barcelona, deixou claro que o chefe, hoje, é o que está do outro lado.

O leitor manda e, além disso, exerce.. Quais são os desafios? Oferecer tema de propriedade pra públicos muito diferentes, em diferentes modelos e com telas muito pequenas. Cory Haik, produtora executiva de informação digital de ‘The Washington Post’, que complementa: “E se conseguirmos que voltem, quem sabe, no futuro, ser pago em vista disso”. A audiência fala nas redes.- Os móveis são impostas e pra Samantha Barry, responsável pelas mídias sociais da CNN, o telefone é a principal ferramenta de trabalho. Lá está o seu público-alvo.

Para Barry, cada plataforma tem de uma linguagem e de alguns assuntos específicos, e a excelente maneira é idealizar que tipo de pessoa está em cada mídia social. Lhes coloca cara: “No Snapchat vejo uma menina de dezesseis anos, no tempo em que que no Facebook há uma mãe recente. O cara do Reddit, de trinta anos, lhe interessa o dado internacional”.

Para a vitória de ‘millennials’.- “São nativos digitais e devemos discursar de outra maneira”. Como diretora do micro computador interativo de Fusão, o canal de Televisão e ABC, para seduzir os mais jovens, Mariana Santos está convicta de que, video e móvel são os 2 conceitos-chave. Diante da avalanche, a fórmula está no que ele chama de ‘efeito wow’: “Misturar gráficos, interação e design pra atingir que o seu seja impressionante.”

servi-lo em doses homeopáticas e combiná-los em elementos que possam criar este artigo. Veja no video.- O pequenas pílulas audiovisuais ou reportagens conscienciosos? Aumenta a busca de filmes e os meios de comunicação exploram como torná-los mais sofisticados. Como vê-los em dispositivos móveis? A experiência do usuário.- A ânsia pela inovação faz esquecer às vezes que o projeto é dirigido aos seres humanos. Shazna Nessa, da Knight Foundation, uma organização norte-americana dedicada a oferecer o jornalismo de característica, insiste numa abordagem antropológico que irá além de cores e fontes.

  • É verdade que as mulheres sofrem uma superior e mais enraizada vício do tabaco
  • dois Troca de fraldas
  • 3×20 Elevações de pernas
  • Motores: 3 Rolls Royce RB-211-524B de 22.680 kg de empuxo

Que empreenda a real atividade do design: “As redações têm que retornar a enxergar para como o dado é usada. Já passou o tempo da loucura de desenvolvedores e técnicos”. Ademais, fixar os horários de a gente: “Não é o mesmo espiar as notícias da avenida, que leia um grande reportagem em um domingo pela manhã, pela cama”. Reverter os processos.- Em ‘The Washington Post’ construíram uma linha de produtos para atrair audiências globais. Cory Haik, responsável de fato digital do jornal.

Mas o seu extenso estímulo vem agora. Toca a web, “a enorme besta” e o objectivo é “utilizar o que funciona no smartphone e no tablet e fazê-lo ao oposto, acompanhar como nos adaptamos ao micro computador”. Chegam os robôs.- A automação se instaura bem como em notícias.

Lou Ferrara, vice-presidente da AP, relata o pânico dos jornalistas quando divulgou a transformação: “pra Nós, eles irão tirar o emprego!”. Sete meses depois, o balanço é muito positivo: “Foi lançado em 20% o serviço de nossos jornalistas, que passam o dado mais respeitável e contratámos um editor para ver em que novas áreas aplicá-lo”.

De instante, a AP utilize-os resultados trimestrais das organizações e os esportivos. E o que se passa com o Google? David Drummond, vice-presidente do gigante. A empresa, diz, em busca de outras fórmulas pra tornar-se um buraco no sector da fato em Portugal e trabalha com muitos meios de comunicação pra obtê-lo. A companhia ultima uma aliança com mais de setenta títulos de o mundo todo e está a investir milhões de euros em vários programas na Europa pra estreitar os laços com a indústria.

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