As Mais Recomendadas Rotas Para Percorrer O Mundo Em Moto

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As Mais Recomendadas Rotas Para Percorrer O Mundo Em Moto

Fabián Bairro é um homem claro. Sua história de vida é intensa, diferenciado, inesquecível e acima de tudo, invejável. Vive em cima de uma moto, percorrendo o mundo e não hesita um segundo em admitir que é feliz por ter achado teu local no mundo “se bem que seja itinerante”. Fabian se dedica a viajar, a fazer quilómetros e mais quilómetros e a encontrar. Fabián passa despercebido. Não há no seu rosto nem no seu corpo humano “feridas de luta” de cada viagem.

A emoção e a relevância da história está em teu relato, em sua memória e não no exterior. Fabián cai, muito relejado, no sofá, no café de um hotel de luxo de Madrid e começa a mencionar. Talvez não se sinta anormal lá, já que o Fabian é, antes de tudo, versátil, adapta-se a todos.

, E talvez então, tenha podido percorrer sessenta e três países cima de uma moto sem ser fã das duas rodas e não só conhecimentos sobre isto as mesmas. “Eu peguei uma moto pela primeira vez pela data de tua Igreja, no momento em que a M30 tornou-se um caos. Vi um tipo com “S” com a moto e comprei uma scooter. “, conta neste momento entrando em seu relato de viagem. Fabián, que trabalhava numa organização de web que ganhou muito dinheiro.

Era uma corporação próspera, no entanto qualquer coisa lhe indicava que não estava em seu web site ou fazendo as coisas bem. “Eu dizia a mim mesmo que tinha que modificar de vida por ser um mercenário que trabalha sem paixão, era uma máquina de fazer dinheiro e sentia que estava desperdiçando minha existência, vivendo a vida de outro.

A existência é momentâneo e desperdiçar o objeto tão frágil e tão escasso que temos é o tempo, parecia-me absurdo”, conta, sem dubitar. Assim, um dia tomou a decisão “vendo para o teto de casa” e começou a comprar mapas, trazarlos e planejar viagens.

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Conta inclusive até quando teu pai tem problemas gastrointestinais, cada vez que parcela. Ao partir, em 2010, na sua odisséia de dois anos, Fabián não escolheu uma rota específica, no entanto que escolheu em atividade da “população dos países”. “Eu queria tentar ir por cada site no momento em que fizesse agradável tempo e me dei conta de que era possível estar a toda a hora no verão mudando de hemisfério.

Assim planifiqué uma viagem de quatro verões”. URSS. Logo em seguida, China, Paquistão, Índia, Nepal, onde não pôde dirigir-se por terra. Também se encontrou com problemas no Tibete ou Myanmar, onde é proibido o acesso a estrangeiros. Chegou a Bangkok e de lá fez o círculo da Indochina, por Laos, Camboja, Tailândia. Desceu na Malásia, Indonésia até Darwin. Desceu até o sul, até a Austrália e voou para a Argentina. Lá chegou e desceu até o encerramento do mundo: Ushuaia. Subiu, alternando entre o Chile e a Argentina, e foi subindo: Peru, Equador, Colômbia, Panamá, até aparecer ao México. Deu a volta, passou pelo Brasil e, logo em seguida, saltou pro continente africano: Namíbia, Suazilândia, Botswana, Moçambique, Sudão até às fontes do Nilo.

Posteriormente, Israel, Itália e 2 anos e dezessete dias mais tarde, Madrid. Fabian foi incorporado de tudo o que foi vivido de modo lenta e tranqüila. Fazia só a duzentos quilômetros por dia, visto que “saborear o universo dessa maneira é muito saudável e próximo” e nunca viajando de noite por uma perspectiva que fez à tua avó. “um sem-fim de histórias pra que o idioma não é uma barreira. “Tenho conversado uma hora, com um cazaque, ele explicando a sua língua e eu compartilhando em português”, garante. Com a África, de onde resolve a ilha de Zanzibar por suas praias paradisíacas, teve uma relação especial.

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