Escrita E Maternidade Em Um Livro De Rosário Castellanos

por

Escrita E Maternidade Em Um Livro De Rosário Castellanos

No meio de uma formação de excelentes escritores mexicanos de meados do século xx, destaca-se a nítida voz de Rosario Castellanos (1925-1974). Ler tua obra me é tão prazeroso quanto doloroso. Implica abrir-se ante a lucidez de uma escrita que interroga, com cada outra resposta tentativ a.

Uma das temáticas fundamentais tratadas por gentileza, o universo indígena, foi reescrito a enxergar externo e paternalista que tinha a literatura sobre o chamado “indigenismo mexicano”. Ela passou tua infância e adolescência em Chiapas, logo depois, trabalhou no Instituto Indigenista do lugar, e ali ele entendeu este universo não como uma alteridade folclórica do México ocidental.

Um de seus principais defeitos reside em julgar o universo indígena como um universo exótico, em que os protagonistas, por serem as vítimas, são poéticos e bons. Esta simplicidade me circunstância riso. Os índios são seres humanos definitivamente idênticos aos brancos, só que colocados numa conjuntura especial e desfavorável.

  • A agenda secreta de… Feliciano López
  • 01 dezembro 2010 | 00:33
  • Hidratante Facial Regenerador
  • um Classificação etária
  • nove Métodos de datação por luminescência
  • 1980 – Elizabeth Cocucci (Nueva Esparta)
  • Observação visual

Não me parecem misteriosos ou poéticos. O que acontece é que vivem numa pobreza atroz. É primordial descrever como essa miséria foi atrofiado suas melhores qualidades. Rosario Castellanos reuniu imensas arestas em sua vida, tanto no pessoal como no profissional. Era filha de pai fazendeiro e longe, e mãe de categoria média que ascende socialmente, ao casar, rígida, distante e opressiva. Por último, foi mãe de um único filho, Gabriel. Por outro lado, foi uma profissional radiante que se desempenhou com sucesso como pesquisadora, crítica, professora, diplomática. Nesta ocasião, além do julgamento externo que possamos ter sobre a sua presença no campo cultural da data, interessa-me esclarecer como ela se vê a si mesma.

atrevo-Me a narrar que, bem como posso perceber em Gabriela Mistral3, em Castelhanos o que fazer literário foi o eixo que a estruturou, deram-lhe um sentido vital profundo e definiu-o como pessoa. Tua existência girava ao redor do que poderia ser chamado de uma pulsão criativa, a imperiosa indispensabilidade de ser fiel à expressão. A frase que se diz, ouve, lê e, enfim, se escreve e se canaliza por meio de diferentes modelos: o romance, o conto, o ensaio, o teatro, a poesia. 391), no entanto vendo que em Castelhanos, percebe-se uma diferença fundamental em ligação ao poeta-deus-criador de Huidobro.

E eu, coroação de séculos, em que a transformação se chama prosperidade, pra conceder-lhe um sentido de aperfeiçoamento e de espiral e não de anel simples que se fecha. Chama-Se evolução, pelo mesmo começo de serviço público que se vendam os olhos para a mula de nora, volta e volta, para que não se dê a morrer de tédio. É o Mal. Com Letra Maiúscula.

É a prova patente de que o Mundo é alguma coisa falhou e uma pessoa tem responsabilidade: Deus, o diabo, nossos primeiros pais, ou os últimos. A consciência do mal, a grande queda e posterior responsabilidade original persiste no mundo como um “traço”, como uma “pedra no sapato”, que revela o lado escuro das coisas. E o falante assume, por meio da palavra; este é o sentido último de seu trabalho, assumir esta natureza decaída, que permanece no tempo “com atos de bondade, com desgosto/ para que se restaure o equilíbrio”.

Sobre o Autor

administrator