Os Gigantes Amazon E Microsoft Brigam Por Receber A “nuvem de Disputa

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Os Gigantes Amazon E Microsoft Brigam Por Receber A “nuvem de Disputa

O exército dos Estados unidos da américa é, de retirado, o mais poderoso do mundo e quer consolidar sua liderança futuro com um contrato vasto de 10.000 milhões de dólares com uma corporação privada. Aqueles que lutam por fazer com que o negócio não são os fornecedores de armamento, instrumento ou serviços regulares do exército, como a Lockheed Martin, Boeing ou Raytheon. A “nuvem de batalha”, que os EUA até 2017, foi batizada como Iniciativa Conjunta de Infra-estruturas de Defesa (JEDI, na sigla em inglês), e deveria ser adjudicada a uma corporação privada o mês que vem.

Esses planos, entretanto, estão em perigo devido a disputa entre vários gigantes da tecnologia por contrato, inclusive acusações a Amazon de favorecimento por parte do Departamento de Defesa. Quem acusa é a Oracle, uma das grandes tecnológicas que lutavam por o bolo tecnológico-militar, e que foi eliminada numa rodada anterior, ao aproximado que outra concorrente, a IBM.

Esta semana, um tribunal nos EUA, a Amazon vem sendo a preferida, porque é uma corporação de ponta pela “nuvem” – ou armazenamento e acesso de sugestões em servidores informáticos. O fundador Jeff Bezos -acostumado a aparecer o número um da lista dos mais ricos, no mínimo até seu divórcio, esse ano, de tua esposa, fundou a organização pela década de 90 para vender livros na web. Desde pois, vem revolucionando o comércio eletrônico e outros setores, incluindo a “nuvem”. A Amazon é a corporação que mais cresceu na oferta desses serviços a corporações.

Ademais, neste instante oferece uma “nuvem” de alta segurança da CIA, uma sólida credencial para ganhar o contrato. “Ninguém parece negar que houvesse conflitos de interesse e que os envolvidos fossem escondê-lo”, assegurou à agência AP Steven Schooner, professor da Universidade George Washington.

O republicano Mark Meadows, deputado pela Câmara dos Representantes, considerou que a investigação das acusações. Pras autoridades militares, isso seria um pesadelo. Dana Deasy, o diretor de detalhes do Departamento de Defesa, alegou no mês passado que o que não lhe deixava “dormir as noites” eram “novos ” atraso” no desenvolvimento da “nuvem de competição”.

Abundantes projetos chave do exército -como por exemplo, em inteligência artificial – dependem de sua implementação. Meses antes, em março, outro grande custo, o tenente-general Jack Shanahan, reconheceu que “não é possível um impacto de vasto escala da inteligência artificial” sem o JEDI.

  1. Vinte e cinco Bun (envolvido)
  2. 25 capacitações de ofício implementadas
  3. três Década de 1950
  4. cinco 5 Área de vendas
  5. Visão 3000, canal 3

Outros criticam uma proposta que coloca a “nuvem de batalha” nas mãos de uma única empresa. Entre eles, IBM, um de cujos executivos, Sam Gordy, considerou no ano anterior que essa opção “oferecerá aos maus actores um único propósito em que se concentrar, se querem atacar a espinha dorsal tecnológica do exército”.

Quem menos se pronunciou é a Microsoft, que não contava com diversas opções diante de uma licitação que favorecia a Amazon, todavia a quem o escândalo poderia se privilegiar. Durante quatro décadas foi fornecido o serviço de e-mail para o exército, e imediatamente poderia ser feito com um negócio muito mais saboroso.

Desta maneira, segundo informa o site Top Position, é possível apontar que o usuário desta aplicação já pensou em o novo vício que tenta implantar, até que o tenha praticado uma centena de vezes. O estudo dos hábitos deu ambiente a muitas lendas urbanas sobre as quais não existe evidência empírica.

Como por exemplo, há uma teoria que defende que, para que um novo vício se consolide são necessários vinte e um dias, uma coisa que desmente o neurologista Francisco Mora. “Não tem nenhum sentido”, limita-se a apontar Mora sobre a chamada “determinação mágica do 21”, que se popularizou no seu dia Robin S. Sharma, o autor da fábula espiritual intitulada “O monge que vendeu o seu Ferrari” (ed. Diz-se bem como que a partir dos 25 anos é improvável modificar de hábitos, quando simplesmente é mais complicado. “Um dos maiores condicionantes é o tempo que se arrasta um costume, mas isto não significa que possa ser impensável, mas você necessita se dedicar mais”, esclarece o psiquiatra Antoni Gual.

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